segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Feliz dia dos Professores

casal idosos


Ser professor é...


"Ser professor é professar a fé e a certeza de
que tudo terá valido a pena se o aluno sentir-se feliz
pelo que aprendeu...


Ser professor é consumir horas e horas pensando
em cada detalhe daquela aula que, mesmo ocorrendo
todos os dias, a cada dia é única e original...


Ser professor é entrar cansado numa sala de aula e,
diante da reação da turma, transformar o cansaço
numa aventura maravilhosa de ensinar e aprender...


Ser professor é importar-se com o outro numa
dimensão de quem cultiva uma planta muito rara que
necessita de atenção, amor e cuidado.


Ser professor é ter a capacidade de 'sair de cena,
sem sair do espetáculo'.
Ser professor é apontar caminhos, mas deixar que
o aluno caminhe com seus próprios pés"...







Desejo a todos os professores e professoras do PEAD

Um
Feliz dia dos Professores!

Um forte abraço, Ivana.

sábado, 6 de outubro de 2007

Releitura da Obra de Diego Velázquez por Ivana





















Olá Pessoal, essa é a minha releitura:


Justificativa:

O pintor estaria retratando os reis Felipe IV e Mariana da Áustria na tela e a imagem dos dois aparece refletida no espelho, parte que recortei a cima para fazer essa releitura. Observei que o dito "espelho" reflete uma luminosidade muito intensa, diferente da observada nas outras telas que aparecem nas paredes da cena.

Postagem publicada no Blog Pead Artes Visuais - Alvorada em 05/10/07.

Curiosidades sobre a Obra:

Em 1649, viaja para a Itália a fim de adquirir quadros para a coleção real. Retorna para a Espanha em 1651, onde produz seus melhores trabalhos, entre os quais As Meninas (1656), ponto alto de seus quadros de corte. Morre em Madri.

La Familia de Felipe IV ou "Las Meninas"
Óleo sobre lienzo: 3,18 x 2,76 mts.
Pintura Espanhola (Século XVII)

Esta obra foi feita por Velásquez durante sua fase chamada "La Familia", onde o artista representava cenas do cotidiano, sendo quase um impressionista. Na cena, a jovem Margarita, da Áustria, encontra-se cercada por sua pequena corte de damas e empregados.

A cena transcorre dentro de uma estância do Alcázar de Madrid, decorada com uma série de quadros. Os personagens se agrupam em um primeiro plano juntamente com a figura principal, a infanta Margarita, que ocupa a parte central do grupo; a seus lados, Isabel Velasco e Agustina Sarmiento - las "meninas" -; junto a esta última os irmãos María Bárbola e Nicolás Pertusato em atitude de jogar com mastín que dormia a seus pés.

Atrás deles, na penumbra, aparecem Marcela de Ulloa e um cavaleiro que não se pode identificar. Na esquerda se encontra a figura de Velázquez com seus instrumentos de trabalho em frente de um grande lenço que ocupa todo o ângulo do quadro.

No fundo da habitação, junto a uma porta aberta, se encontra don José Nieto de Velázquez, aposentador da rainha, que é o centro perspectivo da obra. Preside o muro de fundo um espelho onde aparecem refletidas as figuras dos reis Felipe IV e Mariana da Áustria.

  • Velázquez realizou esta pintura em 1656.
  • Se manteve nas dependências do Alcázar de Madri até o incêndio de 1734.
  • Voltou ao Palácio Novo edificado sobre o solar incendiado.
  • Veio ao Real Museu de Pintura e Escultura (atual Museo do Prado) no começo do século XIX, com obras procedentes da coleção real.
  • Os inventários reais lhe haviam dado diferentes denominações: "La Señora Emperatriz con sus damas y una enana" (1666) e "La familia del Señor Rey Phelipe Quarto" (1734).
  • Já no Museo do Prado, no catálogo redigido por Pedro de Madrazo, em 1834, a obra foi chamada pela primeira vez "Las Meninas" - expressão de origem portuguesa com que se designava as acompanhantes de crianças reais no século XVII.
Recorte do site: VELÁZQUEZ (1599-1660)

Abraços, Ivana.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

As teorias sobre Teatro na Escola






Postagem no Blog iniciada no dia 04/10/2007, concluída em 20/10/2007 e refeita em 09/11/2007.

Neste semestre, iniciamos os estudos sobre como trabalhar teatro em sala de aula. Após fazer as leituras obrigatórias e dar umas garimpadas na web em busca de mais subsídios, inicio a sistematização dos meus estudos e passo a contextualização da teoria estudada para construir o meu inventário criativo sobre o Teatro na Escola.
Segundo Taís Ferreira as manifestações de caráter teatral e dramáticas, acompanham a humanidade e sua evolução. “Mesmo os homens pré-históricos já usavam máscaras e fantasias de animais, imitando-os, para atrair uma caça farta. O teatro surge a partir dos rituais sagrados, nos quais os homens tentavam, através de canto, dança e representações, dominar e entender a natureza, além de agradar e homenagear os deuses sagrados”. Com este texto pude conhecer a evolução do teatro através dos tempos.
No texto A Experiência Criativa, pude conhecer as atividades que podemos estabelecer em sala de aula para desenvolver experiências criativas e inspiradoras.
Ao ler o texto Improvisação: da espontaneidade romântica ao momento presente de Gilberto Icle, percebi que: “Existem muitas modalidades de improvisação e que dos procedimentos e modalidades de improvisação teatral mais comum entre nós podemos destacar dois: o jogo dramático e o jogo teatral. [...] O jogo teatral – theater game - foi sistematizado por Viola Spolin, nos Estados Unidos, e se diferencia do jogo dramático, principalmente, porque no primeiro há a necessidade de se estabelecer regras precisas que envolvam os princípios teatrais, dentre as quais o estabelecimento da relação palco/platéia, ou seja, jogadores que atuam e jogadores que assistem. Além disso, Spolin (1987) propõe um Ponto de Concentração para cada jogo, pautando a atuação dos jogadores em regras pontuais a serem observadas durante a atuação e a serem discutidas na avaliação. A idéia de Instrução, também é uma característica diferenciadora do Jogo Teatral, pois o orientador do jogo pode instruir os participantes durante o próprio jogo a fim de garantir o andamento do mesmo e o melhor cumprimento das regras”.
Já no texto Aula de Teatro é teatro de Cleusa Joceleia Machado, a autora traz que “... não basta a intencionalidade. O evento teatral é o encontro de alguém que assume um papel e comunica algo e outro que aceita e assiste. Guinsburg (op.cit.) aponta a existência do texto, do ator e do público como os elementos fundamentais para constituir o ato teatral. Para o autor, estes elementos constituem um sistema aberto, sujeito aos diversos enfoques e combinações...”
O texto Formas de abordagem dramática na educação de Ana Carolina Müller Fuchs, revisado por Antônio Falcetta, apresenta algumas formas de abordagem dramática na educação, que são:
1. O Play Way ou Método Dramático é a utilização do teatro como recurso para outras aprendizagens.
2. O Teatro Criativo tem como base o jogo dramático e introduz a idéia de que a atividade teatral deve ser considerada uma disciplina e ter seu lugar no currículo escolar.
3. O Movimento Criativo se apóia na experiência do movimento expressivo, principalmente no que se refere à dança e ao teatro. O precursor desse movimento foi Rudolf Laban, que pesquisou as características do movimento como base para a expressividade. Segundo ele, a compreensão do movimento pode possibilitar uma visão mais ampla da atividade humana.
4. O Teatro Escolar consiste na apresentação de espetáculos por alunos em suas escolas. No começo do século, essa era a única atividade dramática na escola. Atualmente a representação de peças é vista como uma das possibilidades de sala de aula, e as apresentações se desenvolvem a partir dos jogos criativos e de trabalhos de improvisação.
5. O jogo dramático já descrito anteriormente se mantém como uma abordagem contemporânea do teatro na escola. Mais voltado para a subjetividade pressupõe as relações de cada indivíduo com seu imaginário e com sua expressividade. Está ligado ao faz-de-conta infantil. É uma prática lúdica individual ou em grupo que propõe a improvisação de um tema ou situação previamente escolhida. Não implica a participação de uma platéia. Não tem como objetivo a apresentação ou a representação de algo, mas sim a apropriação dos mecanismos fundamentais do teatro.

6. Os jogos teatrais são uma abordagem contemporânea do teatro na educação. É um sistema de aprendizado da linguagem teatral desenvolvido pela pesquisadora norte-americana Viola Spolin e baseado na improvisação. Spolin compreende o fazer teatral como uma construção individual que ocorre na interação entre os indivíduos e destes com os problemas de atuação. A proposta dos jogos teatrais está relacionada à “fisicalização”, que é tornar físico, expressar e trazer para o plano material o que há no plano das intenções, das imagens, das sensações e dos pensamentos. Seu método inclui jogos que propõem um desafio a ser resolvido e que inclui a relação entre quem improvisa e quem assiste, entre alunos-atores e platéia. A platéia é entendida como um grupo ativo que observa, analisa e retorna ao grupo que está jogando suas percepções e compreensões sobre o acontecido como recurso para a reelaboração do trabalho. Dessa forma, o aluno constrói o seu próprio fazer e o do grupo num trabalho dinâmico. Importante: a utilização de determinada abordagem teatral no contexto escolar não exclui as outras. É preciso saber de forma clara e coerente os objetivos que se pretende alcançar e buscar os melhores caminhos para atingi-los, tendo como princípio que o fazer teatral deve ser construído a partir das necessidades e desejos de todos os sujeitos envolvidos no processo. Assim, pode-se fazer do teatro um recurso riquíssimo para aprendizagem de outras disciplinas, assim como transformar jogos e brincadeiras em verdadeiros espetáculos. É possível ainda fazer de uma representação um momento ímpar de descobertas e aprendizagem para todos.

Concluo que o teatro na escola é mais um recurso que podemos usar para que o aluno se reconheça como sujeito da sua aprendizagem, pois através da prática cênica ele terá um campo aberto para exercitar a sua criatividade ao explorar a sua intuição e as suas emoções de forma mais concreta que, certamente o levará a ter mais consciência de si mesmo e do mundo que o cerca.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Teatro e Educação

Hoje tivemos o nosso primeiro encontro presencial com a Professora Rossana Perdomini Della Costa de Teatro e Educação, fizemos uma porção de exercícios práticos e agora devemos partir para a teoria. Um dos autores sugeridos é a pesquisadora norte-americana Viola Spolin.

..."Viola Spolin desenvolveu sua pesquisa junto a grupos de teatro improvisacional, na década de sessenta. Buscavam uma renovação na linguagem teatral através da reflexão acerca do processo de criação. A técnica era aprendida durante workshops que exploravam novas formas de comunicação, jogos teatrais em que todos, não apenas os 'talentos natos' (noção questionada por Spolin), eram levados a improvisar. Spolin defendia que a potencialidade de qualquer indivíduo podia ser evocada pelo aprimoramento de sua capacidade de 'experienciar' – termo que designa a vivência de uma experimentação, sua apreensão em todos os níveis, intelectual, físico e intuitivo.
Assim como Spolin, o compositor Murray Schafer sustenta hoje a idéia de que qualquer aluno pode experimentar a arte, de forma consciente, espontânea e inventiva"...
..."O professor deve compreender o seu papel como mediador – e não como instrutor. Ele deve garantir a organicidade do trabalho como crescente apropriação criativa dos alunos e participar da criação coletiva do grupo, reinventando suas proposições. Sua função é zelar para que o ato de ensinar se torne experimentação"...

Trechos retirados do artigo:Didática da invenção por Ana Tereza Melo Brandão.

sábado, 22 de setembro de 2007

Artes Visuais e seu Ensino

Imagens retiradas do site: http://www.cursoarte.hpg.ig.com.br/


O QUE É A ARTE?
Criação humana com valores estéticos (beleza, Equilíbrio, harmonia, revolta)
que sintetizam as suas emoções, sua história, seus sentimentos e a sua cultura.
É um conjunto de procedimentos que utilizados para realizar obras, e no qual aplicamos nossos conhecimentos. Se apresenta sob variadas formas como: a plástica, a música, a escultura, o cinema, o teatro, a dança, a arquitetura etc. Pode ser vista ou percebida pelo homem de três maneiras: visualizadas, ouvidas ou mistas (audiovisuais), hoje alguns tipos de arte permitem que o apreciador participe da obra. O artista precisa da arte e da técnica para comunicar-se.

Quem faz arte?
O homem criou objetos para satisfazer as suas necessidades práticas, como as ferramentas para cavar a terra e os utensílios de cozinha. Outros objetos são criados por serem interessantes ou possuírem um caráter instrutivo. O homem cria a arte como meio de vida, para que o mundo saiba o que pensa, para divulgar as suas crenças (ou as de outros), para estimular e distrair a si mesmo e aos outros, para explorar novas formas de olhar e interpretar objetos e cenas.

Por que o mundo necessita de arte?
Porque fazemos arte e para que a usamos é aquilo que chamamos de função da arte que pode ser ...feita para decorar o mundo... para espelhar o nosso mundo (naturalista)... para ajudar no dia-a-dia (utilitária)...para explicar e descrever a história...para ser usada na cura doenças... para ajuda a explorar o mundo.

Como entendemos a arte?
O que vemos quando admiramos uma arte depende da nossa experiência e conhecimentos, da nossa disposição no momento, imaginação e daquilo que o artista pretendeu mostrar.

O que é estilo? Por que rotulamos os estilos de arte?
Estilo é como o trabalho se mostra, depois de o artista ter tomado suas decisões. Cada artista possui um estilo único.
Imagine se todas as peças de arte feitas até hoje fossem expostas numa sala gigantesca. Nunca conseguiríamos ver quem fez o que, quando e como. Os artistas e as pessoas que registram as mudanças na forma de se fazer arte, no caso os críticos e historiadores, costumam classificá-las por categorias e rotulá-las. É um procedimento comum na arte ocidental.
Ex.: Renascimento, Impressionismo, Cubismo, Surrealismo, etc.

Como conseguimos ver as transformações do mundo através da arte?
Podemos verificar que tipo de arte foi feita, quando, onde o como, desta maneira estaremos dialogando com a obra de arte, e assim podemos entender as mudanças que o mundo tiveram.

Como as idéias se espalham pelo mundo?
Exploradores, comerciantes, vendedores e artistas costumam apresentar às pessoas idéias de outras culturas. Os progressos na tecnologia também difundiram técnicas e teorias. Elas se espalham através da arqueologia , quando se descobrem objetos de outras civilizações; pela fotografia, a arte passou a ser reproduzida e, nos anos 1890, muitas das revistas internacionais de arte já tinham fotos; pelo rádio e televisão, o rádio foi inventado em 1895 e a televisão em 1926, permitindo que as idéias fossem transmitidas por todo o mundo rapidamente, os estilos de arte podem ser observados, as teorias debatidas e as técnicas compartilhadas; pela imprensa, que foi inventada por Johann Guttenberg por volta de 1450, assim os livros e e arte podiam ser impressos e distribuídos em grande quantidade; pela internet, alguns artistas colocam suas obras em exposição e podemos pesquisá-las, bem como saber sobre outros estilos.

Pesquisa no site: http://www.artesbr.hpg.ig.com.br/Educacao/11/index_hpg.html


sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Literatura Infanto-juvenil e Aprendizagem - A




Bloco I - Contação de Histórias

Referencial Teórico:
"Literatura Infantil: gostosuras
e bobices"
de Fanny Abramovich



"Textos e pretextos sobre a arte de contar histórias"

de Celso Sisto.













Sou totalmente contra a pirataria e a falta de respeito com os direitos autorais, porém como os meus salários são muito baixos não tenho condições de adquirir essas obras e recorro às cópias.
Fica aqui o meu protesto, queria poder comprar todos os livros.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Conceitos

As notas do semestre já estão disponíveis no portal do aluno no site da UFRGS, nas disciplinas que eu tinha certeza de que tinha ido bem eu tirei B e na que eu esperava um C, tirei A! Pode????

Desenvolvimento e Aprendizagem sob o Enfoque da Psicologia I - B
Escolarização, Espaço e Tempo na Perpectiva Histórica - A
Fundamentos da Alfabetização - A
Infâncias de 0 a 10 anos - B
Seminário Integrador II - A

domingo, 2 de setembro de 2007

Festa dos Calouros 2007/1

Olhem a felicidade do Calouro Artur após o batizado!!!
É só sorrisos!!!
Hospede inúmeras fotos no slide.com GRÁTIS!
Solange, Bea, Artur, Ivana, Simone, Marili e Maura.

sábado, 1 de setembro de 2007

Estive na UFRGS


Mas para que não fiquem dúvidas!!!












sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Oba! Tem Festa no PEAD!!!


Amanhã teremos mais uma festa na Reitoria da UFRGS para os bixos do PEAD 2007!
Estou muito feliz em saber que mais uma vez estaremos juntos festejando na nossa maravilhosa Universidade!
Pena que tem uma porção de colegas que não poderão participar, pena mesmo!
Abraços a todos!